O que começou como uma simples moda nas redes sociais se transformou em recomeço para a confeiteira Amanda Silva, de 32 anos. Diante da queda nas vendas e das dificuldades financeiras, ela já se preparava para encerrar o negócio. Mas a popularização do “morango do amor” — morango coberto por calda caramelizada — virou o jogo.
Com a demanda crescente pelo doce, impulsionada por vídeos virais na internet, Amanda viu as encomendas se multiplicarem e a esperança renascer. “Para alguns, é só uma modinha. Para mim, foi a resposta que eu tanto pedi a Deus”, afirmou, emocionada.
O sucesso repentino não apenas salvou o empreendimento, mas também reacendeu a paixão da confeiteira pelo que faz. Agora, ela trabalha para expandir o cardápio e fidelizar a nova clientela que descobriu o doce por meio da tendência.
“Tem dia que a produção não dá conta do volume de pedidos”, conta. O que seria o fim virou um novo começo — doce como morango coberto de amor.

