Trump mira Brasil e ataca Pix e comércio da 25 de Março em nova ofensiva econômica

Em mais um gesto de tensão diplomática, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou a abertura de uma investigação comercial contra o Brasil. O relatório elaborado pelo governo americano acusa o país de adotar “práticas comerciais desleais” e tem como alvos diretos o Pix — sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central — e o tradicional comércio popular da Rua 25 de Março, em São Paulo.

Segundo o documento, o crescimento do Pix estaria afetando empresas norte-americanas como Visa e Mastercard. Criado para democratizar o acesso financeiro no Brasil, o sistema gratuito e acessível é apontado como um obstáculo à competitividade das gigantes do setor. Para Trump, o avanço do Pix representa uma ameaça ao mercado internacional e justificaria medidas para conter sua expansão.

O relatório também traz duras críticas à 25 de Março, uma das regiões comerciais mais conhecidas e movimentadas do país. Os Estados Unidos alegam que o local funciona como um centro de distribuição de produtos falsificados e que isso estaria prejudicando marcas norte-americanas. A leitura do governo americano ignora, no entanto, a importância econômica e cultural da região, que abriga milhares de pequenos comerciantes e movimenta a renda de famílias inteiras.

Em meio a esse cenário, Trump anunciou a imposição de tarifas de até 50% sobre produtos brasileiros e aproveitou para atacar o Judiciário nacional, elevando o tom da retórica contra o Brasil.

O governo Lula reagiu com firmeza e afirmou que não aceitará qualquer tentativa de ingerência sobre políticas públicas construídas para atender aos interesses do povo brasileiro.

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