Após a morte do Papa Francisco, ocorrida nesta segunda-feira (21/4), trechos de suas falas voltaram a circular com força nas redes sociais — especialmente os momentos em que o pontífice demonstrou posições mais abertas e progressistas em relação a temas tradicionalmente delicados dentro da Igreja Católica.
Em uma dessas declarações, registrada no documentário Amém: Perguntando ao Papa, disponível na plataforma Disney+, Francisco responde a uma pergunta feita por Cecília, pessoa não-binária, sobre a presença e aceitação da comunidade LGBTQIA+ no contexto religioso.
Com firmeza e empatia, o líder da Igreja Católica reafirma seu posicionamento inclusivo:
“Somos todos filhos de Deus. Todos. Deus não rejeita ninguém, Deus é pai. E eu não tenho o direito de perseguir ninguém dentro da Igreja. A minha missão é acolher sempre. A Igreja não pode fechar as portas para ninguém”, declarou.
Reconhecido como um dos papas mais progressistas da história, Francisco rompeu com tradições e enfrentou resistências ao longo de seu pontificado, promovendo debates sobre inclusão, justiça social e empatia dentro da Igreja.

