GDF: Vice-governadora diz que ‘dengue não pode ser mais menosprezada como era antigamente’

 

Durante uma reunião com representantes do Ministério da Saúde e diretores de hospitais privados na quarta-feira (13), no Palácio do Buriti, a vice-governadora Celina Leão (PP) expressou preocupações sobre a gravidade dos casos de dengue e o aumento no número de mortes, afirmando que a dengue  não pode ser subestimada como era no passado.

Atualmente, nove estados são classificados pelo Ministério da Saúde como regiões com alta incidência da doença. O Distrito Federal lidera a lista com o maior número de mortes. Dos 467 óbitos relacionados à dengue em todo o país, 109 ocorreram em Brasília, representando 23% do total de mortes.

De acordo com os dados do Ministério da Saúde, para cada 100.000 residentes em Brasília, há quase 5.000 casos de dengue. Isso é quase o dobro da taxa de casos em Minas Gerais, que ocupa o segundo lugar. Espírito Santo, Paraná e Goiás relatam 1.200 casos por 100.000 habitantes.

Celina Leão delineou um dos objetivos da reunião: padronizar o protocolo para casos de dengue tratados no sistema público de saúde (SUS) em todas as instalações de saúde privadas. O sistema de classificação de pacientes emprega um sistema de classificação baseado em letras para determinar a gravidade da doença — de leve a grave. Cada grau corresponde a uma abordagem específica de manejo do paciente, com a possibilidade de retorno à unidade de saúde se os sintomas piorarem.

A dengue não pode ser menosprezada como era antigamente. (…) Há uma necessidade da integração da rede pública com a rede particular, porque as pessoas não morrem somente na rede pública. Há uma necessidade de nivelamento de protocolos e procedimentos,  diz Celina Leão.

 

Da Redação

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