Colegas de trabalho da professora temporária Thallyta Silva Almeida, de 29 anos, acusada de furtar dados de cartões de crédito no Distrito Federal, afirmaram à coluna Na Mira que estão sendo alvo de acusações de assédio por parte da educadora.
Thallyta foi afastada pela Secretaria de Educação do DF (SEEDF) após o caso vir à tona. Ela chegou a ser presa, mas foi liberada após o pagamento de fiança no valor de R$ 3 mil.
Testemunhas relataram, sob condição de anonimato, que a professora entrou em contato com colegas e vítimas logo após deixar a delegacia. Em vídeos publicados em seus status do WhatsApp, Thallyta comentou o episódio, disse que tudo será esclarecido e alegou ter sido vítima de assédio. No entanto, ela não especificou o tipo de assédio a que se refere.
Uma das nove vítimas, em conversa com a coluna, negou qualquer irregularidade por parte da escola.
“Tivemos muita paciência com a professora, pois já havíamos enfrentado outros problemas com ela. A escola não assedia seus professores. Temos um projeto pedagógico consolidado e oferecemos suporte para que todos trabalhem conforme o que está estabelecido”, afirmou.

