A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,8% no segundo trimestre de 2025, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este é o menor índice registrado desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012.
O número de pessoas ocupadas chegou a 102,3 milhões, enquanto o contingente de desempregados recuou para 6,3 milhões. O cenário reflete um mercado de trabalho em trajetória de recuperação, com mais oportunidades e aumento na formalização.
Um dos destaques é o número recorde de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, que chegou a 39 milhões, o maior já registrado pela pesquisa. A formalização do emprego é considerada um indicador positivo de estabilidade e acesso a direitos trabalhistas.
Outro dado que reforça a melhora do cenário é a redução no número de desalentados, pessoas que desistiram de procurar emprego, que caiu para 2,8 milhões, o menor patamar desde 2016.
Além disso, o rendimento médio real dos trabalhadores também apresentou alta, alcançando R$ 3.477, o maior valor da série histórica. O avanço na renda é visto como um reflexo direto da maior estabilidade no mercado e da recuperação econômica.
Os números indicam um cenário de fortalecimento do mercado de trabalho brasileiro, com geração de empregos, aumento da renda e maior inclusão por meio da formalização.

